Pretende ser diferente do normal, por isso ser "contra natura". A ideia é desenvolver textos críticos, que possam misturar (ou não) um pouco de humor não amordaçado.
segunda-feira, junho 09, 2008
terça-feira, maio 13, 2008
terça-feira, abril 29, 2008
quarta-feira, abril 02, 2008
Não me sinto nem mais novo nem mais velho. Basicamente na mesma. Não há grandes alterações nos aniversários; não há mudanças ou luzes no ar, não mudamos de fase... não há nada - a não ser nós e com quem festejamos - que assinale essa mudança. Mas talvez pelo prazer de festejar, de juntar familiares e amigos, faz com que assinalemos a data.
Cheguei aos 30. É um marco. É um facto. Não me sinto com mais ou menos responsabilidade do que quando fiz 20 ou 10, cada idade tem responsabilidades associadas. Aos 10 é mais à base de brincadeira, claro! Mas com o correr das décadas as brincadeiras apenas alteram de instruções, de resto é igual.
30. Estou nos 30...
Paulo Aroso Campos - paulo.aroso@zmail.pt
sexta-feira, março 28, 2008
Tal como a Luna fez um ano no dia 9 de Março - e que colocarei fotos do aniversário muito brevemente! - o Bar Sev7n completa hoje, 28 de Março, 1 ano de vida.

Desta forma gostaria de convidar todos os que visitam este blog a - se puderem - dar um saltinho ao Sev7n e festejar connosco.
Paulo Aroso Campos - paulo.aroso@zmail.pt
quinta-feira, março 13, 2008
A Mariah Carey lança um novo videoclip.
(Daqueles de arrebita-nabos!...)
Vede:
http://www.youtube.com/watch?v=CzxR8OH-fDQ
Paulo Aroso Campos - paulo.aroso@zmail.pt
terça-feira, março 04, 2008
Cada vez menos vejo jogos de futebol da Bwin Liga. No entanto sempre que tenho tempo tento ver os jogos em que a Académica esteja em campo. Não porque o jogo seja bom, ou porque a Académica me dê muitas alegrias. Apenas porque a Académica é o meu clube de coração, e sem qualquer tipo de histerias ou mau perder ou fanatismo.
No entanto quando vejo o penalty que foi assinalado neste sábado, e que deu o empate ao Leixões, fico estupidamente revoltado. Não com o Leixões mas com a falta de critério de um homem que, tal como os jogadores, anda dentro de campo com uma função. E acima de tudo deve dar-se ao respeito para que também o possam respeitar.
Pior que isso é haver um dérbi em Lisboa entre duas das equipas com mais titulos em Portugal. Nesse jogo, na minha opinião, ficaram 2 pénalty's por marcar ao Sporting, 1 ao Benfica - mas em jogadas normalissimas de jogo corrido em que nao escandalizaria se não fosse marcado porque o que se vê mais é o jogador do campeonato português mergulhar para a piscina - temos um jogador do Benfica bem expulso pela entrada durissima que fez, e um do Sporting que deveria ter sido admoestado por ter simulado uma agressão. Nenhum destes lances foi tão absurdo como o pénalty que foi marcado contra a Académica. E o que é que as televisões mostram? Casos do Sporting - Benfica, acusações mutuas de treinadores, jogadores, dirigentes desse jogo. E comparar com o penalty do jogo da Académica? E mencionar? E dar destaque?... nada. Afinal são duas equipas que lutam pra não descer. Qual o interesse disso? Nem movem massas!
Puta que os pariu aos critérios editoriais das tv's, rádios e jornais portugueses! Bardamerda! Só vêm para os importantes!
... é assim que se reflecte a atitude de um país e de um povo. Miserável.
P.S - Se os adeptos dos clubes querem andar à porrada eu até concordo. Mas com condições. Juntem-nos no estádio. Até pode ser nos dois, um confronto a duas mãos! Armas previamente escolhidas por peritos da policia e deixem-nos lá andar à batatada. Matem-se todos! Os que morrerem fertilizam a relva, até pode ser que ajude! É que essa gente é estupida e não é precisa nos estádios nem no futebol. Acabem já com eles de uma vez, caralho!
Paulo Aroso Campos - paulo.aroso@zmail.pt
... porque não consigo parar com o terrível hábito de estar sempre a tocar-lhes... ora com a língua nos dentes... ora com os dentes na língua.
É doloroso e não me perguntem porque o faço. Não tenho resposta (plausível) para isso!
Paulo Aroso Campos - paulo.aroso@zmail.pt
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Sem sentido
Há coisas na vida que, por todas as razões e mais alguma, ou simplesmente por nenhuma, deixam de fazer sentido. Neste momento este Contra Natura está cada vez mais a fazer menos sentido para mim. Não faço nem nunca fiz recadinhos neste espaço. É um local onde escrevo o que quero, o que penso, e escrevo unica e exclusivamente porque gosto de o fazer. Não gosto de me sentir limitado na escrita ou não poder falar de A ou B porque Y não gosta, ou porque X tem ciumes, ou porque C é um clube feio, ou porque não sei pontuar, ou porque sou "looser".
Aqui relatei situações originais em que nada deixei de mim, e situações ficticias que deixei muito de mim. Escrever é uma paixão, assim como ler, e tenho várias inspirações - desde escritores a pessoas ou a uma imagem ou musica que me prenda no momento. Momento é a palavra porque no preciso momento a paixão mantém-se mas está congelada, à espera de melhor tempero para ser utilizada; à espera de um despertar e de tempo para dedicar. Paixão sem tempo torna-se platónica e inalcançável, e decidi fazer o que alguém que me é muito importante me pediu para fazer: deixar de dizer que faço e simplesmente dizer basta!, não consigo.
Não me consigo superar e cada vez exijo mais de mim, para logo a seguir ver que o muro que não passei era alto e este que tento passar é maior. E por vezes o problema não é subir o muro, mas como descer.
Temporariamente deixarei o Contra Natura em pausa. Necessária. Antes que se torne um moribundo. Como moribunda está a minha alma.
Espero voltar em força! Obrigado a todos os que perdem tempo comigo.
Paulo Aroso Campos - paulo.aroso@zmail.pt
- Vou dedicar-te uma musica, posso?
- Claro!
- (Semisonic - Secret Smile)
- Porquê?
- Porque a musica é a tua cara...
("Nobody knows it but you've got a secret smile
And you use it only for me...")
Essa como outra e outra e outra que me lembro. E me lembrarei daqui para a frente, enquanto o tempo vai voando penosa e lentamente, ao som de cada acorde musical que me façam lembrar de ti.
Temo ser incompreendido mas não posso deixar de passar o testemunho. Porque cada caso, cada pessoa, cada gesto que guarda alguma importância na memória deve ser lembrado. Uma e outra e outra vez. Para que possa sempre voltar a lembrar daquele sorriso, palavra, som que passou e marcou.
És importante. E querida. E interessante. Interessantissima. E cidadã do mundo, que não tem local onde ficar porque todo o mundo é a sua casa. Tem, isso sim, bases de estadia, onde passa temporadas até escolher a nova base de destino e estadia. E espalhar perfume e charme com o ritmo tão tipico que o sotaque te apresenta.
Seria bom, optimo, que tivesses de- pudesses - ficar. Como talvez gostasses. Ou quisesses. Ou simplesmente o desabafaste porque no imediato ias perder tudo aquilo que foste conquistando ao longo de um ano. Mas não pertences aqui - há todo um ritual de passagem a todos quantos um dia aqui viveram - tal como não pertencem a maioria dos que conheceste.
Voltaste para a base inicial. Deixas saudades. E sotaque. E charme. E um vazio dificil de preencher. Que vai marcar e deixar ferida aberta durante algum tempo. E que vai sarar e deixar uma cicatriz - que com o tempo e as rugas será apenas uma leve marca inapagável...
Não consigo continuar. Sinto que tenho ainda muito para dizer ao mundo mas não se solta nem pela garganta nem pela ponta dos dedos.
Com o tempo, e ao assimilar, vão-se soltando os demais sentimentos. É assim que acontece comigo - ser primário - sempre que perco alguém importante. Sempre será assim. Aconteceu o mesmo quando a avó Alice partiu rumo ao Ocidente. E que ainda estou a assimilar.
Cuidarei da Luna com todo o carinho que ela precisa. Cuidarei da Sandra e da nossa vida dentro da liberdade e do que me for permitido. E seguirei sempre o teu conselho de correr atrás porque as mulheres merecem sempre e precisam que nós o façamos. Mesmo que não o mereçam, merecem sempre...
Tudo na vida tem um limite, um começo e um fim, um alfa e um ómega; e sempre que acontece algo que me marca - como te falei numa das ultimas mensagens que contigo partilhei - sinto que há um ciclo que se acaba e que um monte de coisas deixa de fazer sentido. E uma delas irei partilhar no post acima, que irei escrever a seguir a este.
É hora de equacionar.
Não te vou pedir para não me esqueceres, tal como não te pedi para ficares cá. Não sou egoista a esse ponto (ou até sou em pensamento, e ai deixo morrer as minhas intenções). Apenas digo que a tua marca permanecerá em mim, a tua ajuda, o teu cuidado, companhia, paciência, cafés, carinho. Algo que nunca conseguirei agradecer e que me arrependi no final de não o ter feito convenientemente.
Ultima frase:
Até breve, ou até outra vida!
Para a Juliana.
Paulo Aroso Campos - paulo.aroso@zmail.pt
A nova forma de acabar (ou diminuir) a violência doméstica: factor financeiro!
"Hospital cobra 152 euros em casos de violência doméstica"
(in Publico Online)
E esta, hein?
Paulo Aroso Campos - paulo.aroso@zmail.pt
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Perceber, ou compreender?

Não percebo porque. Não compreendo porque.
Está nevoeiro. É noite. Pelo menos aqui. Por cima de mim. O que não percebo. E ninguém percebe. Porque está noite aqui, porquê por cima de mim, porque não vejo, porque não te mostras, porque. Te escondes no escuro da neblina, na densidade da noite. Porque.
Procuro razões mentais. Para mim. Para ti. Porque nada significa nada. Porque não por vezes é sim e sim por vezes é não. Porque brincas com o sério e brinco com o sério. Porque brincamos com a verdade e sentimos o mesmo. E não o queremos ver porque tu nébulas e eu noite.
Não compreendo porque com água mato a sede mas ela não morre, porque a água me sabe a vazio e a sede se alimenta do nada. Não percebo porque peço mais água e surge mais sede, porque obedeço aos meus pedidos de vazio cheio e cheio vazio.
E entupido. E uma e uma e uma e outra e outra e outra vez.
Porque não faz sentido. E porque não percebo; e porque não compreendo.
Foda-se! Há-de fazer sentido! Foda-se... Tem que fazer. Qual seria o sentido? Foda-se...
[A confusão instala-se no paladar, no saborear dos sentidos em corrimento de lágrimas mentais, armazenadas em confusão tensa, confusão que alimenta o inexistente. O latente. Inexistente...]
Paulo Aroso Campos - paulo.aroso@zmail.pt
segunda-feira, janeiro 28, 2008
É apenas uma palavra, nunca aplicada a pessoas. Por muito que custe. As pessoas que fazem parte da nossa vida, que gostamos, acarinhamos, nunca poderão ser trocadas por outras, que cubram o seu lugar. E sempre que o fazemos estamos a cometer um grande erro.
Verdade é que a falta será sempre sentida, quer seja mais ou menos recordada, maneira que imaginar ocupar esse lugar por outro eu apenas menosprezará o presente e dará mais importancia ao passado.
Mas é um lugar comum fazê-lo, principalmente no momento da perda e nos mais proximos. Porque se sente falta e colmata-se. Como se pode. Mesmo sabendo que é um erro.
Paulo Aroso Campos - paulo.aroso@zmail.pt
quinta-feira, janeiro 17, 2008
Atravesso a margem com o olhar, por cima do lento vagar do rio em direcção à foz. Como se estivesse cansado e soubesse que, afinal, não serve de nada apressar as coisas porque o destino é sempre o mesmo. O sol desce pela colina mais próxima, preparado para se fundir com a terra, soltando os raios dourados que me iluminam – ainda – e deixam a pensar.
A partida. É triste. É inevitável. Quando cheguei já sabia que ia partir. Mas era tão longe que nunca pensei propriamente nesse momento. E o tempo que deveria ter utilizado a preparar-me para o inevitável estive ocupado com nada. E com tudo… Agora, ao aproximar-se a data fatídica, o meu coração encolhe-se à procura de conforto, qual estrela em decadência à procura de alimento para a continuação da reacção nuclear. Nas estrelas há sempre duas hipóteses: ou se comprimem até atingir uma massa critica e explodem numa supernova, ou expandem-se alimentando-se de tudo o que surgir pelo caminho. O meu coração ficará no mesmo local, nem menor nem maior, mas seguramente com uma profunda ferida. Que cicatrizará com o tempo. Como todas as feridas que surgem ao longo do caminho.
Sei que me vou esquecer deste momento, por isso guardo uma imagem; sei que me vou esquecer desta jornada, por isso guardo uma palavra, um bilhete, uma musica, uma cor, uma situação, uma comemoração. Para me poder emocionar no futuro, sempre que me lembrar, e para poder passar pela partida de forma fria, quase como um robot sem emoções. Ou com as mínimas admitidas.
Não quero partir. Mas no futuro também não me vou lembrar que não queria partir. Agora é que custa. A mim e a todos os que me rodeiam no presente. A todos a quem deixei uma história, cor, flor, som, bilhete, emoção, conforto…
O sol já partiu, o escuro começa a tomar conta da envolvente. E do meu coração. Baixo a cabeça e fecho os olhos, a evitar olhar o lento caminhar do rio na direcção da foz. Do destino. Que sabe que irá sempre alcançar.
Paulo Aroso Campos - paulo.aroso@zmail.pt
segunda-feira, dezembro 31, 2007
terça-feira, dezembro 18, 2007
(Que continua anónimo e a quem vou chamar carinhosamente de "cidadão")
Caro cidadão:
Numa situação normal eu pedir-lhe-ia autorização no seu blog para usar as suas palavras, é uma questão de respeito e direitos de autor que eu prezo. Contudo o caro cidadão apresenta-se como anónimo pelo que não tenho como pedir autorização. É nesse sentido que critico o anonimato. Eu sei que todos os que visitam os blogs são anónimos. Porém ao comentar "perdem" um pouco esse estatuto; tem, caro cidadão, todo o direito de criticar, da forma que lhe aprouver, o que quiser. Bem ou mal. Mas fica-lhe mal criticar só por criticar. Porque visita os blogs dos outros para dizer mal, para corrigir, para insultar. E com esse tempo que escreve comentários "abespinhados" poderia muito bem escrever o seu blog e deixar de ser anónimo. Pessoalmente visitaria porque até me parece ser uma pessoa que sabe mostrar o seu ponto de vista.
Em seguida vou responder ao seu comentário, com todo o respeito que me merece - afinal é um leitor que visita e lê o meu espaço:
- "1º: se queres dar uma de intelectual, n tentes usar expressões q n dominas (latim). Para quem n conhece até pareces das altas rodas...porém...;"
- Não pretendo dar uma de intelectual, apenas escrevo porque gosto. Tenho um blog porque gosto de escrever - e para isso não é preciso ser intelectual, até crianças de 10 anos conseguem ter blogs - como prazer pessoal. As expressões em latim, se bem ou mal utilizadas, se dominada a lingua ou não, não interessa. Uso porque acho interessante, e uso como quero. Há quem use o cú para cagar, há quem insira objectos. São gostos, apenas.
- " 2º: aprende a pontuar (vírgulas, principalmente);"
- Aí está um assunto que os meus professores de português sempre me chatearam! Tocou no ponto, cidadão maroto! No entanto reservo-me no direito de usar mal as virgulas. Afinal há um Nobel que não sabe pontuar. Além disso acho - opinião pessoal - que é menos grave não saber usar virgulas do que escrever com erros. Mas isso sou eu...
- " 3º:se n sabes o q é "abespinhar" procura um dicionário;"
- Na verdade não sei o que é e irei procurar no dicionário. Gosto de aprender. Só usei essa palavra para picar V. Exª, caro cidadão. Parece-me que não aprecia figuras de estilo. Se fossem virgulas!...
- "4º:se, para ti, um nome me dá uma cara, pois bem..eu desafio-te!: rosto quadrado, olhos amendoados, barba rala e grisalha... q nome me davas??;"
- Essa descrição é muito comum. Após ler o comentário estava n'O Publico Online e vi três pessoas que cabem nessa descrição: Valentim Loureiro, Pacheco Pereira e Odete Santos. Ok, a barba do Pacheco Pereira não é rala...
- "5º: se achas q este tipo de comentários é mau, acho q tens algumas lições de humildade para receber. São este tipo de "abespinhamentos" q tornam as coisas tão apetitosas...mas ao invés d teres dado luta recorreste a um lugar comum para ripostar...pena;"
- Eu não disse que achava este tipo de comentários mau, caro cidadão. Tal como me parece que o caro cidadão leu apressadamente o que respondi e apressou-se a responder sem sequer perceber o meu abespinhamento. O que não curto é malta que se esconde no anonimato para falar mal. É como o cidadão - não V. Exª mas o comum - que está sempre a falar mal do Governo mas não vai votar. Falar mal é fácil. Das poucas intervenções que teve eu arranjaria mil e uma maneiras de falar mal de si. E não seria por causa do anonimato que deixaria de fazer porque saberia que ia ler e ia ripostar e saberia que a si era dirigido. Porém acho muito mais interessante, edificante, humilde e leal que as pessoas se identifiquem (através de um blog, por exemplo) para que se dêm a conhecer opiniões, sentimentos, ideias. Já conheci - não pessoalmente, nem é esse o objectivo - alguns bloggers apenas por troca de comentários e tornei-me assiduo do blog alheio. Posso ou não partilhar as mesmas opiniões mas leio - que adoro fazer - comento - sempre que posso e acho que posso contribuir para algo - e aprendo qualquer coisa com alguém que não conheço. E que não me conhece. Mas que não é anónimo para mim ou eu para ele.
Last but not the least:(não consegui encontrar a devida expressão em latim...)
- " 6º: e se sou escória ou não NÃO TE DIZ RESPEITO!! "
- Por acaso até me diz respeito porque dou bastante importância à escória. E porquê? Porque a escória é algo que surge naturalmente num processo de minagem ou industrial. São restos que não são usados naquele processo e que o poderão ser num outro. Se isso acontecer essa escória é reciclada, reaproveitada, o que é sempre interessante do ponto de vista económico e ambiental. Se não houver mais nenhum processo em que possa ser utilizada torna-se em poluição e é preocupante, também do ponto de vista ambiental e económico. No que a mim me diz respeito é saber se a sua escória, caro cidadão é reciclavel ou poluente. Isto se, realmente, o caro cidadão for escória.
Espero que lhe tenha dado pica para comentar. Se não deu pica posso aconselhar ao caro cidadão o seguinte site - a que costumo recorrer para ter pica: www.youporn.com
Um grande bem haja!
Paulo Aroso Campos - paulo.aroso@zmail.pt

